A Paraíba


Bandeira da Paraiba


Paraíba

A Paraíba é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situada a leste da região Nordeste e tem como limites o estado de Rio Grande do Norte ao norte, o Oceano Atlântico a leste, Pernambuco ao sul e o Ceará a oeste. Ocupa uma área de 56.439 km² (pouco menor que a Croácia).



A capital é João Pessoa e outras cidades importantes são Campina Grande, Santa Rita, Guarabira, Patos, Sousa, Cajazeiras,Areia e Cabedelo. O relevo é modesto, mas não muito baixo; 66% do território estão entre 300 e 900 metros de altitude.

Seus principais rios são o Paraíba, Piranhas, Taperoá, Mamanguape, Curimataú, Peixes e Sanhauá.

Da Paraíba surgiram alguns dos mais notáveis poetas e escritores brasileiros como Augusto dos Anjos (1884-1908), José Américo de Almeida (1887-1980), José Lins do Rego (1901-1957) e Pedro Américo (1843-1905) (mais conhecidos por suas pinturas históricas). Na Paraíba se encontra o ponto mais oriental das Américas, conhecido como a Ponta do Seixas, em João Pessoa. Devido sua localização geográfica privilegiada, João Pessoa é conhecida turisticamente como “a cidade onde o sol nasce primeiro”.


História


A Ponta do Seixas, ponto mais oriental do território brasileiro, está representada em mapa desde 1502, denominada como monte São Vicente. Dentro do sistema de capitanias hereditárias (1534), couberam a João de Barros e a Aires da Cunha cem léguas de terra entre a foz do rio Jaguaribe a Norte, até à baía da Traição a Sul, compreendo os atuais estados da Paraíba (parte), Rio Grande do Norte e Ceará, como um segundo lote em adição ao do Maranhão. Com o naufrágio da expedição destes donatários, que se dirigiu ao primeiro lote, não foi possível colonizar o senhorio.


Uma revolta dos indígenas potiguar das margens do rio Paraíba, articulada por traficantes franceses de pau-brasil (Caesalpinia echinata), dizimou o Engenho Tracunhaém de Diogo Dias (1574). Para dominar a rebelião, no início do ano seguinte, uma expedição foi enviada da Capitania de Pernambuco, sob o comando do Ouvidor Geral e Provedor da Fazenda Fernão da Silva, sem sucesso. Nova expedição, enviada de Salvador, na Capitania da Bahia pelo governador da Repartição Norte, D. Luís de Brito e Almeida (1573-1578), não conseguiu atingir a Paraíba devido a uma tempestade que lhe dispersou as embarcações, obrigando-as a arribar, avariadas, a Pernambuco, em setembro de 1575. Uma terceira expedição foi armada pelo governo da Capitania de Pernambuco, partindo de Olinda sob o comando de João Tavares (1579), também com êxito limitado.

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Finalmente, o governador-geral Manuel Teles Barreto (1583-1587) solicitou o auxílio da frota do Almirante D. Diogo Flores de Valdés, que à época patrulhava a costa brasileira, unindo-se ao Capitão-mor da Paraíba, Frutuoso Barbosa, e organizando nova expedição (1584), que fundou a segunda Cidade Real no Brasil: Filipéia de Nossa Senhora das Neves. O Ouvidor-mor Martim Leitão, com o auxílio das forças do cacique Pirajibe, subjugou os indígenas, erigiu um novo forte e fundou nova e definitivamente a povoação de Filipéia de Nossa Senhora das Neves (5 de agosto de 1585), núcleo da cidade da Parahyba, atual João Pessoa. A paz definitiva com os indígenas, entretanto, só foi alcançada em 1599, após uma epidemia de bexigas (varíola) que dizimou a população nativa.

No contexto da segunda das Invasões holandesas do Brasil (1630-1654), a região foi ocupada por forças neerlandesas (1634), que somente foram expulsas duas décadas mais tarde pelas tropas do Mestre-de-Campo André Vidal de Negreiros (1606-1680) e de João Fernandes Vieira, que tomou posse do cargo de Governador da cidade, que passou a chamar-se Parahyba.

A partir de 1753 a Capitania da Paraíba ficou subordinada à Capitania Geral de Pernambuco, da qual se tornou novamente independente a partir de 1799.

No século XIX, sofreu os reflexos da Revolução Pernambucana (1817), e da Confederação do Equador (1825).

No ano de 1930, a chamada Guerra de Princesa envolveu as oligarquias locais, registrando-se o assassinato do governador do Estado, João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque (Recife, 26 de julho de 1930), indicado como vice-presidente na chapa de Getúlio Vargas, candidato (derrotada) à presidência da República. O fato foi manipulado como um dos estopins da Revolução de 1930. Comovida com o evento, a capital paraibana passou a ser denominada “João Pessoa”.


Geografia


Clima
Tropical úmido no litoral, com chuvas abundantes. À medida em que nos deslocamos para o interior, depois da Serra da Borborema, o clima torna-se semi-árido e sujeito a estiagens prolongadas.


Relevo
A maior parte do território paraibano é constituída por rochas resistentes, e bastantes antigas, que remontam a era pré-cambriana com mais de 2,5 bilhões de anos.

Elas formam um complexo cristalino que favorecem a ocorrência de minerais metálicos, não metálicos e gemas. Os sítios arqueológicos e paleontológicos, também resultam da idade geológica desses terrenos.

No litoral temos a Planície Litorânea que é formada pelas praias e terras arenosas.
Na região da mata, temos os tabuleiros que são fomados por acúmulos de terras que descem de lugares altos.
No Agreste, temos algumas depressões que ficam entre os tabuleiros e o Planalto da Borborema, onde apresenta muitas serras, como a Serra de Teixeira, etc.
No sertão, temos uma depressão sertaneja que se estende do município de Patos até após a Serra da Viração.
O Planalto da Borborema é o mais marcante do relevo do Nordeste. Na Paraíba ele tem um papel fundamental no conjunto do relevo, rede hidrográfica e nos climas. As serras e chapadas atingem altitudes que variam de 300 a 800 metros de altitude.

A Serra de Teixeira é uma das mais conhecidas, com uma altitude média de 700 metros, onde se encontra o ponto culminante da Paraíba, a saliência do Pico do Jabre, que tem uma altitude de 1.197 metros acima do nível do mar, e fica localizado no município de Maturéia.


Hidrografia


Na hidrografia da Paraíba, os rios fazem parte de dois setores, Rios Litorâneos e Rios Sertanejos.


  • Rios Litorâneos – são rios que nascem na Serra da Borborema e vão em busca do litoral paraibano, para desaguar no Oceano Atlântico. Entre estes tipos de rios podemos destacar: o Rio Paraíba, que nasce no alto da Serra de Jabitacá, no município de Monteiro, com uma extensão de 360 km de curso d’água e o maior rio do estado. Também podemos destacar outros rios, como o Rio Curimataú e o Rio Mamanguape.
  • Rios Sertanejos – são rios que vão em direçao ao norte em busca de terras baixas e desaguando no litoral do Rio Grande do Norte. O rio mais importante deste grupo é o Rio Piranhas, que nasce na Serra de Bongá, perto da divisa com o estado do Ceará. Esse rio é muito importante para Sertão da Paraíba, pois através desse rio é feita a irrigação de grandes extensões de terras no sertão. Tem ainda outros rios, como o Rio do Peixe, Rio Piancó e o Rio Espinhara, todos afluentes do Rio Piranhas. Os rios da Paraíba estão inseridos na Bacia do Atlântico Nordeste Oriental e apenas os rios que nascem na Serra da Borborema e na Planície Litorânea são perenes. Os outros rios são temporários e correm em direção ao norte, desaguando no litoral do Rio Grande do Norte.


Vegetação


A vegetação litorânea do estado da Paraíba apresenta, matas, manguezais e cerrados, que recebem a denominação de “tabuleiro”, formado por gramíneias e arbustos tortuosos, predominantemente representados, entre outras espécies por batiputás e mangabeiras. Formadas por floresta Atlântica, as matas registram a presença de árvores altas, sempre verdes, como a peroba e a sucupira. Localizados nos estuários, os manguezais apresentam árvores com raízes de suporte, adaptadas à sobrevivência neste tipo de ambiente natural.


A vegetação nativa do planalto da Borborema e do Sertão caracteriza-se pela presença da caatinga, devido ao clima quente e seco característico da região. A caatinga pode ser do tipo arbóreo, com espécies como a baraúna, ou arbustivo representado, entre outras espécies pelo xique-xique e o mandacaru.


Economia


A economia se baseia na agricultura (principalmente de cana-de-açúcar, abacaxi,fumo,graviola,juta,umbu,cajú,manga,acerola,mangaba,tamarindu, mandioca, milho,sorgo,urucum,pimenta do reino, castanha de cajú, arroz, café e feijão); na indústria (alimentícia, têxtil,couro,calçados,metalúrgica, sucroalcooleira), na pecuária (de modo mais relevante, caprinos, na região do Cariri) e no turismo.O PIB do estado em 2005 foi de R$ 16.864.193.000,00.


O transporte marítimo é fundamental à economia paraibana. As exportações e importações são operadas principalmente através do Porto de Cabedelo.

As dez maiores economias da Paraiba – PIB dos principais municípios (Dados 2005 – fonte IBGE) (valores em R$ 1.000,00)|


Turismo


O turismo da Paraíba destaca-se principalmente por suas praias movimentadas e de temperatura agradável. Ressalte-se também as comidas típicas, o artesanato, e o ecoturismo. Outros eventos principais são o Encontro da nova consciência e o São João de Campina Grande, Patos e Santa Luzia, a Festa do Bode Rei em Cabaceiras, a Caranguefest em Bayeux, o Festival de Verão em João Pessoa. Vale salientar que o ecoturismo tem crescido muito na Paraíba, com a valorização das àreas afastadas da capital, João Pessoa. Uma das àreas citadas como referência de ponto turístico do interior é o Lajedo de Pai Mateus. Em Campina Grande se encontra um dos maiores eventos juninos do Brasil, denominado “O Maior São João do Mundo.”



Etnias


Brancos 36,1%
Negros 4,7%
Pardos 59,2%
Amarelos ou Indígenas 0,1%


A população paraibana concentra-se em João Pessoa e Campina Grande, sendo que estas duas cidades juntas perfazem 40% da população do estado. A maioria da população é parda, sendo notável a influência de etnias indígenas e também de africanos na constituição mestiça do povo paraibano.


Composição da população atual


Composição da população atual
Assim como o povo brasileiro, o paraibano é fruto de uma forte miscigenação entre o branco europeu, os índios locais e os negros africanos. Sendo assim, a população é essencialmente mestiça, e o paraibano médio é predominantemente fruto da forte mistura entre o europeu e o indígena, com alguma influência africana (os caboclos predominam entre os pardos, que representam em torno de 60% da população). A menor presença negra na composição étnica do povo deve-se ao fato de a cultura canavieira no estado não ter sido tão marcante como na Bahia, no Maranhão ou em Pernambuco, o que ocasionou a vinda de pouca mão-de-obra africana. Mas, ainda assim, existem 22 comunidades quilombolas atualmente no Estado, do Litoral ao Sertão.


Apesar da forte mestiçagem do povo, há, contudo, ainda hoje, bolsões étnicos em várias microrregiões: como povos indígenas na Baía da Traição (em torno de 12 mil índios potiguaras), cerca de 22 comunidades quilombolas florescendo em vários municípios do Litoral ao Sertão, e a parcela da população (em torno de 25%) de nítida ascendência européia, que vive principalmente nos grandes centros urbanos e nas cidades ao longo do Brejo e do Alto Sertão.

Entre os mestiços, os mulatos predominam no litoral centro-sul paraibano e no agreste, os caboclos em todo o interior e no litoral norte. Já os cafuzos são raros e dispersos.

Segundo recente dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) de 2004, 38% das pessoas avaliadas se disseram brancas, 4% negras e 56% pardas (2% não souberam se auto-avaliar). Não houve registro de amarelos ou índios. Esses números, entretanto, devem ser analisados com cautela por dois motivos: primeiro por se tratar de uma pesquisa por amostra domiciliar, o que revela tendências, mas não tem valor absoluto sobre toda a população; segundo, porque há ainda no Brasil uma tendência a se declarar mais para claro do que para escuro, embora isso venha mudando recentemente.


Grupos étnicos formadores do povo paraibano


Populações indígenas
Antes da chegada dos europeus, a Paraíba era habitada por dois grupos principais: os tupis e os “Tapuias”(cariris e Tarairiús.


Os tupis eram formados pelos potiguaras, mais numerosos e ocupavam a região do litoral norte, e pelos tabajaras, em torno de cinco mil no início da colonização, eram pacíficos e amistosos e fundaram Jacoca (Conde),Alhandra e Taquara. Apesar de pertencerem ao mesmo tronco tupi, ambos eram povos que viviam em constantes guerras entre si e em incessante locomoção pelo litoral.

Os índios cariris eram mais numerosos e ocupavam desde o Planalto da Borborema até os limites com o Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Diziam que haviam vindo de um “grande lago” e foram logo denominados cariris velhos e cariris novos. A região dos cariris velhos foram civilizados antes dos novos. Os grupos indígenas reputados como Tarairiú se dividiam em sucurus ou xucurus, icós, ariús, pegas, paiacus, caicós e janduís. Destes, os pegas e os sucurus ficaram conhecidos por seu caráter belicoso e por suas lutas contra os bandeirantes.

A maioria dos índios estava de passagem do período paleolítico para o neolítico. A língua falada por eles era o tupi-guarani, utilizada também pelos colonos na comunicação com eles.

Ainda no início da colonização, alguns indígenas tiveram papel expressivo na defesa do Nordeste Oriental contra os estrangeiros inimigos: o índio Piragibe fomentou a paz na conquista da Paraíba. Já Tabira lutou contra os franceses, enquanto Felipe Camarão (o índio Poti) lutou contra os holandeses e foi herói na Batalha dos Guararapes.

Colonizador europeu

Os europeus que vieram para o estado eram predominantemente portugueses, isso desde o início da colonização no século XVI. Estes chegaram à Paraíba provenientes principalmente da Capitania de Pernambuco. O pequeno número de mulheres brancas na época estimulou logo cedo a miscigenação com mulheres das tribos locais e, em menor escala, com as mulheres escravas, sedimentando a base da população atual.

Algumas famílias, entretanto (principalmente das classes sociais mais altas), preferiram manter uma linhagem mais europeizada e casavam entre si. Houve também famílias judias que vieram para o Nordeste e para a Paraíba expulsas de Portugal na época da Santa Inquisição, como degredados. Posteriormente, muitas emigraram para as Antilhas Holandesas, mas outras preferiram ficar e se integrar à sociedade.

Presença batava — na época da invasão holandesa, entre 1634 e 1654, embora a miscigenação não tenha sido oficialmente estimulada, há relatos de muitas uniões interraciais. A falta de mulheres holandesas estimulou a miscigenação e mesmo o casamento entre oficiais holandeses e filhas de abastados senhores de engenho luso-brasileiros, e mais informalmente destes com índias, negras, caboclas e mulatas. A herança genética dessas uniões pode ser vista mesmo hoje em dia nos traços de parte da população, principalmente no litoral.

Imigração italiana — a partir do meio do século XIX até o início do século XX várias famílias italianas escolheram a Paraíba para se fixar. As primeiras levas coincidiram com a época da independência do Brasil e da abolição da escravatura no Brasil e crescente necessidade de realocação dessa mão-de-obra.

Muitas famílias (Zaccara, Milanês, Grisi, Troccoli, Ciraulo, Cantisani, Cantalice, Di Lascio, Spinelli, Falcone, Faraco, Lianza, Toscano, Jácome entre outras) vieram logo após chegarem ao país pelos portos de Recife e de Santos. Outras saíram de suas colônias na região Sul/Sudeste do país em busca de oportunidades mais ao norte. A maioria se estabeleceu na capital e no Brejo Paraibano, região de clima mais ameno, em razão das altas altitudes do Planalto da Borborema, das chuvas regulares e dos solos férteis. As condições econômicas pouco favoráveis no estado na época não favoreceram a vinda de muitos italianos, como aconteceu no sul do Brasil. Entretanto, sua presença foi muito marcante na vida sócio-econômica e cultural, já que sempre ocuparam postos-chave na vida político-social do estado (eram negociantes, médicos, arquitetos, políticos etc.).

Famílias alemãs — no começo do século XX, em torno de 80 famílias alemãs chegaram ao estado para trabalhar na Companhia de Tecidos Rio Tinto (então de propriedade dos Lundgren, de origem sueca). Em 18 de agosto de 1945, os operários brasileiros da fábrica de tecidos invadiram os chalés dos alemães, quebrando tudo e exigindo que os estrangeiros fossem deportados, isso em virtude o ódio advindo do torpedeamento de navios da Marinha Mercante do Brasil por submarinos alemães na Segunda Guerra, conforme a crença geral. Entretanto, com o passar dos anos, os alemães permaneceram e se integraram à cultura local, casando-se com paraibanos e deixando como herança os traços em seus descendentes e na arquitetura dos prédios imponentes de Rio Tinto. Nos idos dos anos 40, Rio Tinto era considerada a mais européia das cidades paraibanas, em virtude da notória influência alemã.

Negros africanos e paraibanos

Na Paraíba, o empreendimento do comércio negreiro iniciou-se logo após o Decreto Real de 1559, da Regente Catarina de Áustria, permitindo aos engenhos comprar cada um doze escravos. O escravo era mercadoria cara, seu valor médio oscilava entre 20 e 30 libras esterlinas. Portanto, em virtude do pequeno desenvolvimento da cultura canavieira no estado e dos altos preços destes, a presença negra foi mais tímida que em muitos estados nordestinos, mas não menos importante.

Hoje em dia, há diversas comunidades quilombolas oficialmente reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares. Caiana dos Crioulos foi reconhecida em 1997, Talhado em 2004 e Engenho Bonfim, Pedra d’água, Matão e Pitombeira obtiveram a certidão de reconhecimento em 2005. Ao todo, foram identificadas 16 comunidades remanescentes de quilombos.

A presença negra trouxe como herança manifestações culturais, religiosas e influência na culinária, no vocábulo e na maneira de falar.

Comunidades quilombolas paraibanas
Caiana dos Crioulos, Engenho Bonfim, Grilo, Guruji, Jatobá, Lagoa Rasa, Maria da Penha, Matão, Mituassu, Olaria, Paratibe, Pedra d’Água, Pitombeira, São Pedro, Seixos, Talhado e Vertente.

Fonte: Wikipédia

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13 Respostas para: A Paraíba

  1. Laura 30 de agosto de 2012 at 18:55 #

    Oi, adorei o blog, mas preciso saber quais sao os adereços e vestimentas típicas do estado. Procurei, mas n achei.

    • Cris Turek 2 de setembro de 2012 at 18:54 #

      Laura trajes de couro de sertanejos e rendas renascença para as mulheres.

  2. deza 5 de julho de 2011 at 20:01 #

    pq paraiba e uma das 27 unidades fedrrais

    • Cris Turek 5 de julho de 2011 at 21:28 #

      Porque é um estado, Deza, constituído conforme as leis do país.

  3. MARISTELA BENEDITA 20 de maio de 2011 at 12:06 #

    GOSTARIA DE SABER AS COMIDA DA PARAIBA

    • Cris Turek 20 de maio de 2011 at 22:01 #

      Maristela, a Vila é um blog de artesanato, culinária é só uma curiosidade por aqui. Mas a Paraíba repete o cardápio nordestino, com muito cuscus, tapioca, carne de sol, carne de bode, e feijão verde, fora os frutos do mar. É só pesquisar as receitas na internet que você vai encontrar facilmente com certeza.

  4. hellen de jesus silva 20 de abril de 2011 at 11:52 #

    otimo adorei acho que com este texto tiro nota 10

    • Cris Turek 20 de abril de 2011 at 11:56 #

      Estou torcendo por você.

  5. João Monteiro 14 de fevereiro de 2011 at 22:22 #

    Parabéns pela matéria! Eu só queria saber se vocês sabem algo acerca de uma tal epidemia de bexiga que se alastrou pela região do baixo Paraíba, diz a tradição popular, no século XIX, e que justamente por isso, várias comunidades do Baixo Paraíba(como Juripiranga) e de algumas partes do Cariri adotaram o mártir S. Sebastião como padroeiro.
    Se puderem mandem a resposta por e-mil. Desde já, Obrigado.

    João, não sou paraibana e também não tenho informações aprofundadas para repassar pra você. Esse artigo mesmo foi pesquisado no Wikipedia a título de curiosidade sobre o estado onde moro atualmente. Você já tentou pesquisar no google pra ver se encontra mais informações?

  6. Willes Santiago 3 de fevereiro de 2009 at 15:49 #

    Gostei da materia,entrei para procurar sobre uma praia acabei nesta pagina,achei a materia boa ,objetiva ,da uma ideia clara e rapida sobre a Paraiba e sua gente. de uma mensagem bem coloquial, e nem um pouco snobe, tive o prazer de conhecer João Pessoa e achei sua gente gentil e hospitaleira e suas prais são lindas, Parabens pela materia.

  7. Marcelo Falcone 8 de janeiro de 2009 at 10:29 #

    Bom dia,

    Meu nome eh Marcelo Falcone e eu moro em SP. Desde crianca fiquei sabendo que meu bisavo chamava-se Rocco (Roque) Falcone e que deixou minha avo e foi viver na Paraiba onde fez familia e por la ficou. Gostaria de saber se voces teriam informacoes acerca dele, onde esta enterrado, seus descendentes etc. Nao quero dinheiro nem nada disso mas apenas saber mais da vida dele. Obrigado

  8. Taysa Mayara 28 de novembro de 2008 at 10:59 #

    Eu queria saber em que se concetra o comécio da Paraíba./
    Fik com Deus.

  9. sergio 16 de outubro de 2008 at 23:27 #

    Olá ! Gostei muito dessa matéria sobre a historia da Paraiba.

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